Opinião

‘Meu corpo minhas regras’ não vale para quem não é da turma canhota: Jornalista se demite para não ser obrigada a tomar vacina — OPINIÃO

O Jornalismo e a ciência partem da dúvida, parar de questionar representa a morte de ambos. Hoje passou a ser crime questionar a sacrossanta vacina, que logo vem um ‘estudioso’ chamar de negacionista ou bolsonarista. O debate está tão raso que alguns jornalistas, juízes, promotores e políticos viraram ‘especialistas’ no assunto. O presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, está sendo investigado e pode ser condenado por defender o tratamento precoce. Liberdade de expressão e de decisão sempre foi do paciente, juntamente com seu médico, infelizmente estamos vivenciando algo inédito na história. Inverteram tudo!

“Meu corpo minhas regras”: A máxima marxista ventilada aos quatro cantos do mundo, por artista que não produz, feministas revoltadas, a turma da lacração e pseudos-intelectuais não serve para quem não é da turma que de vive de frases de efeito nas redes sociais, na TV e outros meios de comunicação.

Essa profissional não terá apoio dessa gente, pelo contrário, irão ignorar e agir como se nada tivesse acontecido. Típico de gente covarde e medíocre que passa vida numa bolha e nega a realidade.

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Depois de 15 anos de trabalho, a repórter Allison Williams se viu obrigada a pedir demissão da ESPN. O Grupo Disney, detentor da empresa, determinou a vacinação obrigatória contra a covid-19 de todos os funcionários. A jornalista teme que os imunizantes possam atrapalhar seus planos de engravidar novamente. No sábado 16, ela comunicou a decisão pelo Instagram e disse que se considera “eticamente não alinhada” com a imposição.

“Além da preocupação médica sobre meu desejo de ter outro bebê e receber essa injeção, eu também sou moral e eticamente não alinhada com isso”, afirmou  Williams. “Eu tive de ir a fundo e analisar meus valores e minha moral, e ultimamente tenho de colocá-los em primeiro lugar.”

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A repórter relata ter solicitado que seu caso fosse tratado como exceção, mas não obteve sucesso na demanda. Em maio, quando a determinação foi anunciada, a ESPN disse que casos excepcionais seriam analisados individualmente.

“No fim, não posso colocar um salário acima dos meus princípios”, disse Alisson. “E não vou sacrificar algo em que acredito tanto para manter uma carreira.”

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